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O setor da construção civil aposta em melhores condições de financiamento e crédito mais barato para alavancar as vendas de imóveis em 2017 na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. O foco são os consumidores de baixa renda que buscam comprar um imóvel, mas aguardam melhores condições.

De acordo com o SindusCon-SP, há uma faixa social denominada 1,5, que busca a primeiro imóvel, mas tem um limite baixo de renda familiar para investir e precisa de crédito mais barato.  Segundo o sindicato, há 167 construtoras com 111 canteiros ativos, que representam 25.484 mil postos de trabalho formal na Baixada Santista. Das obras em atividade, 63% são lançamentos de padrão médio, 14% são direcionadas para o padrão médio alto, 11% se enquadram no padrão médio baixo e 7% atendem o alto padrão. O estudo aponta que não há muito investimento no setor de habitação para a população de baixa renda, o que poderia ser uma saída para alavancar o setor em 2017.

Segundo Ricardo Bechizza, vice-presidente do SindusCon-SP, a Caixa Econômica está dispondo de melhores condições para os compradores. “A faixa 1,5 veio para atender uma demanda das pessoas com um poder menor de aquisição. As pessoas não estavam conseguindo financiamento. Criou-se, então, uma faixa intermediária para atender essa parcela boa da população”, disse ele.

A construtora EZR, de Praia Grande, tem reparado nos nichos de mercado em que há boas oportunidades e investido em apartamentos de vários valores e modelos, justamente pensando no público variado. A empresa acompanha cada detalhe desde a aquisição do terreno até a entrega das chaves para os moradores.

http://g1.globo.com/ (Por Construtora EZR)